OBIS NO BRASIL
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Histórico do OBIS no Brasil


Entre meados de 2005 e janeiro de 2007, o então denominado OBIS Brasil, coordenado pela Universidade de São Paulo, disponibilizou informações sobre a biodiversidade marinha do Atlântico Tropical e Subtropical (http://obisbr.cria.org.br/obisnobrasil/dados_incluidos), totalizando 43.142 registros, oriundos de 8 bancos de dados relacionados principalmente aos programas REVIZEE (Avaliação do Potencial Sustentável de Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva) e SinBiota (BIOTA/FAPESP). Até 2006, vários projetos regionais do OBIS no hemisfério sul, incluindo o OBIS Brasil, receberam aportes de recursos do OBIS Internacional (Alfred P. Sloan Foundation via OBIS Project Office), para iniciativas em caráter piloto visando a implantação das bases de dados locais. Uma parceria de serviços foi firmada com o Centro de Referência em Informações Ambientais - CRIA (www.cria.org.br), que estabeleceu a base geral no formato do Portal OBIS para a página de serviços do OBIS Brasil na web, assim como as rotinas de transferência dos registros no formato OBIS. Em junho de 2007, o Portal OBIS no Brasil passou a ter status de nodo regional independente (assim como os outros dois nodos da América do Sul, localizados na Argentina e no Chile), sob a denominação de "Tropical and Subtropical Western South Atlantic OBIS" (WSAOBIS). Em dezembro de 2007 foi assinado um convênio de 36 meses entre a Universidade de São Paulo e a PETROBRAS, estabelecendo uma parceria para continuar o desenvolvimento do Nodo Regional OBIS no Brasil em sua meta original - disponibilizar registros sobre a biodiversidade marinha ao longo da costa do Atlântico Tropical e Subtropical da América do Sul - assim como na integração de dados de coleções biológicas nacionais relacionadas ao ambiente marinho. Esta integração refere-se particularmente a outros projetos correlatos apoiados pela PETROBRAS no âmbito da Rede Temática de Monitoramento Ambiental Marinho, coordenada pelo Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (CENPES).



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